AQUECIMENTO GLOBAL – NASA DIVULGA ANÁLISES SOBRE A TEMPERATURA NA TERRA

NASA divulga análise sobre a temperatura na Terra
Entidade registra o aumento de temperaturas em 2010 mesmo sendo um ano de pouca atividade solar e sob o efeito da La Niña e desmente teorias que afirmavam que o aquecimento global estaria desacelerando desde 1998.
O Instituto Goddard para Estudos Espaciais da NASA (GISS) analisou dados de 6300 estações meteorológicas, informações de satélites e de centros de pesquisa na Antártica e chegou a uma conclusão: não há dúvidas de que o planeta está aquecendo.
Segundo a entidade, a temperatura global média subiu 0,8°C desde 1880, sendo que dois terços desse aquecimento se deram depois de 1975. “O mundo está ficando mais quente. Os termômetros não mentem e garantem que a temperatura vem subindo constantemente desde o começo da Revolução Industrial”, afirma o site da NASA.
A análise é acompanhada pelo relatório “Global surface temperature change”, publicado no periódico Reviews of Geophysics e de autoria dos pesquisadores James Hansen, Reto Ruedy, Makiko Sato, e Ken Lo.
Para os cientistas, os dados registrados em 2010 são especialmente significantes porque o ano foi marcado por uma pequena atividade solar e pela ação do fenômeno La Niña, fatores que deveriam fazer as temperaturas médias do planeta serem mais amenas. Mas ao invés disso, os termômetros registraram até agora um dos anos mais quentes da história.
Muito provavelmente, 2010 vai figurar entre os cinco anos com a maior temperatura média já registrada. No relatório, os autores ainda rebatem as teorias de que o aquecimento global teria parado em 1998 e que desde então ele estaria cada vez menor.
“Nós concluímos que não há sinal de que a tendência do aumento de 0,15°C a 0,20°C por década tenha diminuído. A idéia de que a temperatura global está estável desde 1998 não encontra fundamento nas nossas análises”, afirmam os pesquisadores.
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Publicado em 09/01/2011, em Meio Ambiente. Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. A ÚLTIMA SAÍDA PARA A PROBLEMÁTICA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    A ARCA DE NOÉ E AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

    Há muito anos (período do Regime Militar) circulou um artigo que tinha como título “A Arca de Noé”. Falava de ditadura, repressão e oferecia a “saída armada” como a Arca de Noé. Com um pouco de criatividade pode ser reescrito para o cenário atual.;

    Nele era contada uma pequena estória. Nela o planeta passava por uma fase muito complicada e, para resolvê-la, um tal Noé sugeriu construir uma grande arca de modo a colocar um casal de cada ser vivo e, quando o dilúvio chegasse, este grupo sobreviveria para repovoar o planeta.

    A estória evolui com a intervenção de um grupo de “iniciados” que aceitaram a idéia, mas consideraram que este era um empreendimento de grande porte e, desta forma, não poderia ser simplesmente conduzido por tal Noé. Seria necessário estruturar uma empresa que pudesse conduzir a complexidade da construção da arca mudando o nome do projeto para “Arca das Mudanças Climáticas”.

    Os “iniciados” começaram a estruturação da macro empresa: eleição de presidente, diretorias, assessorias, núcleos de pesquisa, contratação de especialistas, secretárias, motoristas, sede própria e sedes descentralizadas em diferentes locais do planeta, enfim, o imprescindível para que um grande empreendimento pudesse ser desenvolvido sem risco.

    As tarefas foram divididas em vários Grupos de Trabalho, com reuniões realizadas não nas regiões do planeta onde eram inevitáveis os primeiros efeitos do dilúvio, mas sim em lugares aprazíveis onde os grupos pudessem trabalhar em condições adequadas a importância do projeto.

    Inevitável, estes grupos acabaram se dividindo entre “prós e contras” e cada um, sem se preocupar com o dilúvio a caminho, resolveu ignorar a variável tempo, consumindo o tempo disponível em apresentar estudos e pesquisas que reforçassem as suas posições. Isso demandou uma grande quantidade de recursos, que foram logo disponibilizados pelos países mais ricos do planeta.

    Surgiram políticos especialistas, agentes de financiamento especialistas, centros de pesquisa especializados, típicos do entorno de um grande empreendimento.

    De imediato a sociedade foi relegada a um segundo plano, dado que, na visão da cúpula do poder, este assunto não era percebido pela sociedade, que naquele momento nem sabia do dilúvio. Na verdade, logo no início, as informações foram passadas a sociedade, mas em linguagem complicada que levou a um progressivo afastamento do tema, deixando aos “iniciados” a discussão e decisão sobre o assunto.

    E o tempo foi passando. Países que tinham “madeira” para a construção da arca tentaram impor condições ao andamento do projeto, mas foram logo afastados por aqueles que “detinham a tecnologia do corte da madeira”, de modo a, progressivamente, ir reduzindo o tamanho do grupo dos “iniciados”. Foram observadas denúncias (“ArcaGate”), mas, para os “não iniciados”, acabou ficando a dúvida de quem realmente tinha à razão.

    Concluindo, passado alguns anos veio o aviso que o dilúvio seria no dia seguinte.

    No empreendimento “Arca das Mudanças Climáticas” um desespero total; perdidos entre muitas alternativas, não tinham tido tempo para concluir a arca. Ou seja, era inevitável que o dilúvio seria fatal para todos do planeta.

    Mas, do alto da torre de trinta andares construída para fazer funcionar o mega projeto, no dia seguinte, quando a água quase cobria o edifício, foi possível ver uma arca de madeira, com os “não iniciados” liderados por um tal Noé, passando ao largo.

    Você já pensou em que grupo está?
    Ainda há tempo para escolher o grupo certo.

    Roosevelt S. Fernandes, M. Sc.
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

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    • Olá, muito obrigado pelo comentário, é bom saber que existem muitas pessoas e até núcleos de estudos relacionados com o meio ambiente, precisamos divulgar os problemas ambientais, e além disso dar sugestões para evitarmos ou remediarmos os desajustes ambientais causados pelo ser humano.

      Flávio Gimenes de Oliveira

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