Arsênio é o elemento mais crítico para tecnologia moderna

Redação do Site Inovação Tecnológica – 13/06/2012

Criticalidade do Arsênio ameaça tecnologia moderna

A estrutura atômica e um cristal de GaAs – o arseneto de gálio.[Imagem: Benjah-bmm27/W.Oelen/Wikipedia]

Minerais tecnológicos

Em tempos de preocupações com minerais de terras raras e metais ameaçados de extinção, você se arriscaria a apostar no elemento mais crítico para a moderna tecnologia?

Lítio, silício, germânio, platina são os mais conhecidos do público. Mas estará entre eles aquele cuja falta mais ameaçaria a aparentemente tão autossuficiente era da tecnologia?

Definitivamente não, afirma uma equipe de pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos.

E a resposta está no arsênio, o As da tabela periódica, com seu número atômico 33 e massa atômica 75 – um elemento altamente tóxico para o ser humano.

Mas por quê?

V. Ex.a, GaAs

Nedal Nassar e seus colegas respondem que é por causa do papel crítico que o arsênio desempenha na fabricação dos processadores de computador, mais especificamente, da tecnologia dos semicondutores à base de arseneto de gálio – uma liga do arsênio com o gálio, ou GaAs.

O grupo explica que os cinco finalistas nesse jogo das ameaças à tecnologia são ouro, prata, arsênio, selênio e telúrio, a maioria deles explorado como subprodutos da mineração do cobre.

O cobre é bem tradicional, e é usado para transportar eletricidade. Mas o transporte de eletricidade com a precisão e a eficiência necessária aos circuitos eletrônicos integrados é feito pela prata e pelo ouro, como acontece nos contatos das memórias de computador.

Os fabricantes de painéis solares, por sua vez, precisam de selênio e telúrio, enquanto, finalmente, os fabricantes de chips para computadores dependem muito do arsênio.

O grupo salienta que, ainda que um problema de suprimento de qualquer um desses metais afete um grande número de indústrias de alta tecnologia, o arsênio é o mais crítico de todos.

Criticalidade do Arsênio ameaça tecnologia moderna

O arsênio (As) é o elemento com maior criticalidade para a tecnologia moderna. [Imagem: Nassar et al./ACS]

Tente, por exemplo, voltar na cadeia produtiva, da mais alta tecnologia para a menos intensiva em tecnologia, retirando os computadores de qualquer atividade humana, e se poderá pesar adequadamente sua importância.

Na verdade, o composto GaAs é importante também para a fabricação de raios laser, LEDs e diversos circuitos para transmissão de dados, além de alguns tipos de células solares.

Criticalidade

Não existe um padrão para avaliação do risco de suprimento de minerais e metais, que inclua a disponibilidade de reservas, fatores ambientais, fatores políticos, vulnerabilidades da cadeia de suprimentos etc.

Por isso a equipe usou o critério da “criticalidade”, um conceito que leva em conta o risco da escassez futura e dos potenciais danos à economia gerados por essa escassez.

O arsênio teve a maior criticalidade, seguido de perto pela prata e pelo selênio.

A equipe afirma que seu ranking é dinâmico, e terá que ser avaliado ao longo do tempo, certamente apresentando mudanças conforme variem tanto a oferta quanto a demanda, assim como o desenvolvimento de substitutos e a criação de tecnologias alternativas.

Bibliografia:
Criticality of the Geological Copper Family
Nedal T. Nassar, Rachel Barr, Matthew Browning, Zhouwei Diao, Elizabeth Friedlander, E. M. Harper, Claire Henly, Goksin Kavlak, Sameer Kwatra, Christine Jun, Simon Warren, Man-Yu Yang, T. E. Graedel
Environmental Science and Technology
Vol.: 46 (2), pp 1071-1078
DOI: 10.1021/es203535w

Partícula de Deus está próxima de ser descoberta, diz CERN

Ciência

Por Vanessa Daraya, de INFO Online

• Terça-feira, 12 de junho de 2012 – 15h22

CERN

São Paulo – Rolf-Dieter Heuer, diretor do CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear), anunciou hoje que os físicos estão cada vez mais próximos de encontrar a misteriosa partícula Bóson de Higgs, também chamada de Partícula de Deus.

Segundo o jornal britânico The Telegraph, Heuer está confiante de que até o final do ano será possível dizer se a Partícula de Deus existe ou não. Para isso, os cientistas estão usando o LHC, O Grande Colisor de Hádrons, o maior acelerador de partículas do mundo.

Leia também

O LHC é uma estrutura subterrânea sob a fronteira franco-suíça, onde é possível simular as condições do Big Bang, explosão que teria dado origem ao universo há mais de 14 bilhões de anos. Isso porque, pelo Modelo Padrão, o Bóson de Higgs e o campo energético a ele associado foram responsáveis por conferir massa à matéria depois do Big Bang.

Esse acelerador é capaz de fazer colisões de partículas, como prótons, para testar os limites do Modelo Padrão, a teoria moderna que explica o funcionamento físico do Universo. Então, ao encontrar o Bóson de Higgs, os físicos acreditam que seria possível explicar a origem da massa no Universo.

Embora esteja prevista no modelo, essa partícula nunca foi identificada e é uma das grandes lacunas da física. Das partículas fundamentais do Universo, o Bóson de Higgs é a única que ainda não foi detectada.

Segundo a agência de notícias Reuters, existe uma expectativa de que o anúncio da possível descoberta da partícula seja feito durante uma importante conferência em julho, na Austrália. Antes disso, os físicos precisam analisar mais de 300 trilhões de colisões de prótons no LHC, em pesquisa iniciada em janeiro.

No final deste ano, as atividades no LHC serão encerradas por até dois anos a fim de realizar melhorias no acelerador. Elas devem aumentar ainda mais o poder do colisor e permitir que ele continue com novos experimentos. Além disso, pela primeira vez, o LHC será aberto ao público, que será autorizado a atravessar o túnel subterrâneo.

NOTA: O nome Partícula de Deus ficou popular após a publicação do livro “A Partícula de Deus: Se o Universo é a resposta, qual é a pergunta?”, escrito em 1993 pelo físico Leon Lederman, ganhador do Prêmio Nobel.

Resumo dos movimentos estudados (MU e MUV) – 1º D – ETEC

Trabalharemos basicamente com dois tipos de movimentos, o movimento uniforme (MU) e o movimento uniformemente variado (MUV).

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Lembre-se, antes de começar a resolver qualquer problema. você deverá identificar qual o tipo de movimento está sendo realizado. Para isso, olhe o que acontece com a velocidade, ou olhe se o corpo possui aceleração. Se a velocidade mudar de forma uniforme teremos MUV, e logicamente teremos também aceleração. Se a velocidade não mudar teremos MU.

Vamos ver então as características de cada um destes movimentos e quais as fórmulas que devem ser usadas em cada caso.

Movimento Uniforme

A velocidade do corpo que descreve este tipo de movimento nunca muda. Ela permanece sempre a mesma, nem aumenta e nem diminui. Dizemos que ela é constante. Por causa disso, neste movimento a aceleração é sempre igual a zero.

Pense um pouco: a aceleração mede o quanto a velocidade muda. Já que a velocidade aqui não muda a aceleração só pode ser igual a zero.

Fórmulas que podem ser usadas para este movimento.

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Velocidade média

Função horária do espaço

Movimento uniformemente variado

A velocidade do corpo que descreve este tipo de movimento varia sempre da mesma maneira. Ela aumenta ou diminui uniformemente. Como a aceleração mede o quanto a velocidade muda a cada segundo, podemos dizer que:

Se tivermos uma aceleração de, por exemplo, 3 m/s2 , a velocidade do corpo irá mudar de 3m/s em 3m/s a cada segundo. Se a aceleração for de 10 m/s2, a velocidade vai mudar de 10m/s em 10m/s a cada segundo, e assim por diante.

Fórmulas que podem ser usadas para este movimento.

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Função horária do espaço

Função horária da velocidade

No movimento uniformemente variado (MUV) também podemos usar uma equação que facilita a resolução de muitos problemas onde não são dados valores para o tempo. Note que as duas equações acima são funções horárias, ou seja, dependem do tempo. Na equação de Torricelli isso não acontece pois ela não depende do tempo.

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Equação de Torricelli

 

 

LISTA 1 –PARA VOCÊ TREINAR – GABARITO NO FINAL DA LISTA

Exercícios diversos sobre MU e MUV

1 – Um veículo trafega por uma rodovia com velocidade constante de 20m/s. A partir do instante t = 0s, o carro recebe uma força resultante que produz uma aceleração constante contrária ao sentido inicial do movimento. A aceleração tem módulo 10m/s2.

a)

Determine as funções horárias do espaço e da velocidade.

b)

Determine o instante em que o veículo pára e inverte o sentido do movimento.

c)

Determine a posição em que o veículo pára e inverte o sentido do movimento.S = 20m

d)

Calcule a velocidade do veículo nos instantes t = 1s e t = 3s. Qual das duas velocidades é maior ?

e)

Qual foi a variação do espaço entre os instantes t = 0s e t = 4s ? O que isso significa ?

f)

Qual a distância percorrida por este veículo entre os instantes 0s e 4s ?

g)

Qual a velocidade do veículo no instante t = 4s ? Qual o significado do sinal encontrado ?

2 – Na cinemática, o sentido adotado para a trajetória determina os sinais da velocidade e da aceleração. Nos exercícios, quando se diz que um móvel tem velocidade inicial de vo = – 10m/s e aceleração de a = – 4m/s2, ambas as grandezas estão orientadas contra a trajetória.

a)

Calcule as velocidades para este móvel nos instantes t = 2s e t = 5s.

b)

Este movimento é acelerado ou retardado ? Explique.

3 – Os narradores de futebol costumam dizer que a bola ganha velocidade quando bate no gramado molhando, muitas vezes enganando os goleiros. Mas fisicamente isto não está correto. O atrito entre a bola e o gramado sempre irá fazer com que a velocidade da bola diminua. O que acontece quando a grama está molhada é que a diminuição da velocidade ocorre de maneira mais lenta, pelo fato dela escorregar com mais facilidade. Suponha então que uma bola, rolando em um campo gramado, demore 2s para parar quando sua velocidade inicial era de 16m/s. Determine:

a)

Qual a desaceleração da bola, supondo que ela descreva MUV.a

b)

O deslocamento aproximado da bola.

4 – O guepardo é um dos animais mais velozes da natureza. Ele é capaz de chegar a uma velocidade de 72km/h em apenas 2s. Supondo que ele corra em linha reta, e que a velocidade varie uniformemente, determine:

a)

A aceleração do guepardo.

b)

A distância que o animal precisa correr para chegar a esta velocidade.

5 – Sabe-se que o tempo de reação de um motorista é da ordem de t = 0,7s. Este tempo decorre entre o momento em que o motorista percebe algum perigo e consegue começar a pisar no freio. Imagine que você esteja trafegando em uma rua a 36km/h quando algo inesperado acontece na sua frente. Sabendo que a desaceleração máxima que os freios podem aplicar ao carro é de a = 4m/s2 determine: (Aqui você pode usar calculadora)

a)

A distância percorrida pelo carro entre os instantes em que o motorista percebeu algum perigo e conseguiu começar a pisar nos freios.

b)

A distância percorrida pelo carro desde que o motorista começou a pisar no freio até a hora em que o carro finalmente parou.

c)

A distância total percorria pelo carro, desde a percepção do perigo por parte do motorista até o carro parar.

6 – Resolva o exercício anterior novamente usando uma velocidade inicial de 72km/h.

7 – Resolva o exercício 5 usando uma velocidade inicial de 108km/h.

8 – O gráfico a seguir é um arco de parábola e representa a posição de uma partícula em função do tempo numa trajetória qualquer.

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a) Em qual posição a partícula inverte seu sentido do movimento ?

b) Qual o instante da inversão ?

c) Sabendo que a velocidade escalar inicial é de 8m/s, qual a velocidade escalar no instante 10s ?

9 – O gráfico a seguir representa a velocidade escalar instantânea de um corpo em função do tempo.

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a) Determine a aceleração média do corpo, em cm/s2, no intervalo de 0 a 8s.

b) Qual foi a distância percorrida pelo corpo entre os instantes 0 e 8s ?

Gabarito

1-

a)

S = 20t – 5t2 e v = 20 – 10t

b) t = 2s

c) S = 20m

d)

v1 = 10m/s e v3 = – 10m/s Ambas as velocidades tem a mesma intensidade. A diferença é que nestes instantes o corpo está locomovendo-se em sentidos opostos.

e)

DS = 0m O corpo está na mesma posição que iniciou o movimento.

f)

d = 40m

g)

v = – 20m/s O sinal negativo mostra que o veículo está se movendo na direção contrária à trajetória.

2-

a)

v2 = – 18m/s e v5 = – 30m/s

b)

Acelerado, pois a velocidade está aumentando com o passar do tempo.

3-

a)

a = -8m/s2 b) DS = 15,9m

4-

a)

a = 10m/s2 b) DS = 20m

 

5-

a)

DS = 6m

b)DS = 12,5m

c)DS = 18,5m

6-

a)

DS = 12m

b)DS = 50m

c)DS = 62m

7-

a)

S = 21m

b)DS = 112,5m

c)DS = 133,5m

8-

a)

S = 20m

b) t = 5s

c) v = – 8m/s

9-

a)

a = 1,5cm/s2

b)DS = 48cm

 

LISTA 2 –PARA VOCÊ ENTREGAR NO DIA 15/06

EXERCÍCIOS SOBRE M.U. e M.U.V.

 

1.Quando o brasileiro Joaquim Cruz ganhou a medalha de ouro nas Olimpíadas de Los Angeles, correu 800m em 100s. Qual foi sua velocidade média?

2. Um nadador percorre uma piscina de 50m de comprimento em 25s. Determine a velocidade média desse nadador.

3. Suponha que um carro gaste 3 horas para percorrer a distância de 45 km. Qual a velocidade média deste carro?

4.Um automóvel passou pelo marco 30 km de uma estrada às 12 horas. A seguir, passou pelo marco 150 km da mesma estrada às 14 horas. Qual a velocidade média desse automóvel entre as passagens pelos dois marcos?

5.Um motorista de uma transportadora recebeu seu caminhão e sua respectiva carga no km 340 de uma rodovia às 13 horas, entrou a carga no km 120 da mesma rodovia às 16 horas. Qual foi a velocidade média desenvolvida pelo caminhão?

6.No verão brasileiro, andorinhas migram do hemisfério norte para o hemisfério sul numa velocidade média de 25 km/h . Se elas voam 12 horas por dia, qual a distância percorrida por elas num dia?

7) Em 2 horas, a velocidade de um carro aumenta de 20 km/h a 120 km/h. Qual a aceleração nesse intervalo de tempo?

8) Uma partícula move-se em linha reta, obedecendo à função horária s = -5 + 20t, no S.I. Determine:
A) a posição inicial da partícula;
B) a velocidade da partícula;
C) a posição da partícula no instante t = 5 s

9. A função horária de um carro que faz uma viagem entre duas cidades é dada por S=100+20t. Determine em unidades do sistema internacional.
a) a posição inicial;
b) a velocidade;
c) a posição final em 30s.

10. Um carro partindo do repouso leva 5s para alcançar a velocidade de 20m/s, calcule sua aceleração média.

11. A equação horária de um móvel é dada por s = 10 – 2t (SI). Encontre a posição inicial, velocidade e instante em que ele passa pela origem (s=0).

12. Um corpo realiza um movimento uniformemente variado segundo a equação horária. S =-2t + 4t2.
Julgue os itens em verdadeiro ou falso:
(1) A velocidade inicial do corpo é de –2m/s.
(2) A aceleração do corpo é de 4 m/s².
(3) No instante t=2s o corpo estará na posição s=20m.

13. Um veículo trafega em uma pista a 20m/s. De repente o sinal de trânsito à sua frente fica amarelo, e posteriormente, vermelho. Considerando que o motorista tenha levado 5s para frear completamente o carro, calcule, em módulo, a aceleração do carro.

14. Um carro partindo do repouso adquire velocidade de 72km/h em 10s. Calcule a aceleração escalar média desse carro em m/s2.

15. Um carro de Fórmula-1 acelera de 0 a 216km/h (60m/s) em 10s. Calcule a aceleração média do F-1.

Lista de exercícios para o 2ºI – ETEC

 

Faça o balanceamento das equações abaixo pelo método das “tentativas” (método direto):

 

1.    Ag2O à Ag + O2

2.    Al + O2 à Al2O3

3.    Al(OH)3 + H4SiO4 à Al4(SiO4)3 + H2O

4.    BaCl2 + H2SO4 à HCl + BaSO4

5.    BaO + As2O5 à Ba3(AsO4)2

6.    C2H4 + O2 à CO2 + H2O

7.    C3H2 + O2 à CO2 + H2O

8.    Ca3(PO4)2 + SiO2 + C à CaSiO3 + CO + P4

9.    CaO + P2O5 à Ca3(PO4)2

10. CH4 + O2 à CO2 + H2O

11. Cr + O2 à Cr2O3

12. Cu + O2 à CuO

13. Cu(OH)2 + H4P2O7 à Cu2P2O7 + H2O

14. Fe + H2O à Fe3O4 + H2

15. Fe3O4 + CO à Fe + CO2

16. FeS2 + O2 à Fe2O3 + SO2

17. H2 + Cl2 à HCl

18. H3PO3 à H2O + P2O3

19. HCl + Na3AsO3 à NaCl + H3AsO3

20. HNO2 à H2O + NO2 + NO

21. I2 + NaOH à NaI + NaIO3 + H2O

22. K2Cr2O7 + KOH à K2CrO4 + H2O

23. KClO2 à KCl + O2

24. KClO3 à KCl + O2

25. KClO4 à KCl + O2

26. KNO3 à KNO2 + O2

27. Mn3O4 + Al à Mn + Al2O3

28. N2O4 à NO2

29. N2O5 à NO2 + O2

30. NH3 + HCl à NH4Cl

 

NÚMERO DE OXIDAÇÃO (Nox)
É o número que mede a carga real (em compostos iônicos) ou aparente (em compostos covalentes) de uma espécie química.
Exemplos:

No “NaClo átomo de sódio cedeu 1 elétron para o átomo de cloro. Então:
. O sódio origina o íon sódio (Na1+).
e
. O cloro origina o íon cloreto ( Cl –1).
A carga do íon sódio é o número de oxidação do sódio neste composto.
Nox = + 1
A carga do íon cloreto é o número de oxidação do cloro neste composto.
Nox = – 1
Em compostos covalentes o número de oxidação negativo é atribuído ao elemento mais eletronegativo e o número de oxidação positivo ao elemento menos eletronegativo.
Exemplo:
H – Cl
O cloro é mais eletronegativo que o hidrogênio, então:
O cloro atrai para si um elétron, então o seu Nox será – 1, e o hidrogênio tem o seu elétron afastado, então o seu Nox será + 1.
Podemos associar os conceitos de oxidação e redução ao de número de oxidação.
Oxidação é a perda de elétrons ou o aumento do número de oxidação (Nox).
Redução é o ganho de elétrons ou a diminuição do número de oxidação (Nox).
A espécie química que provoca a redução de um elemento chama-se agente redutor e, a espécie química que provoca a oxidação de um elemento chama-se agente oxidante.

REGRAS PRÁTICAS PARA DETERMINAR O Nox

1ª regra:
Todo elemento em uma substância simples tem Nox igual a zero.
Exemplos:
O2: Nox de cada átomo de oxigênio é zero.
N2: Nox de cada átomo de nitrogênio é zero.
Ag: Nox do átomo de prata é zero.

2ª regra:
O Nox de alguns elementos em substâncias compostas é constante.
O hidrogênio tem Nox igual a + 1.
Os metais alcalinos têm Nox igual a + 1.
Os metais alcalinos terrosos têm Nox igual a + 2.
O oxigênio tem Nox igual a – 2.
Os halogênios em halogenetos têm Nox igual –1.
A prata (Ag) tem Nox igual a + 1.
O zinco (Zn) tem Nox igual a + 2.
O alumínio (Al) tem Nox igual a + 3.
O enxofre (S) em sulfetos tem Nox igual a – 2.
Exemplos:
NaCl

·         O sódio tem Nox = + 1

·         O cloro tem Nox = – 1

Ca(OH)2
. O cálcio tem Nox = + 2.
. O hidrogênio tem Nox = +1.
. O oxigênio tem Nox = – 2.
H2S
. O hidrogênio tem Nox = + 1.
. O enxofre tem Nox = – 2.

Casos particulares importantes

Nos hidretos metálicos o “hidrogênio” possui Nox igual a – 1.
Nos peróxidos o “oxigênio” possui Nox igual a – 1.
Exemplos:
H2O2
Este composto é um peróxido
. O hidrogênio tem Nox = +1.
. O oxigênio tem Nox = – 1.
NaH
Este composto é um hidreto metálico
. O sódio tem Nox = +1.
. O hidrogênio tem Nox = – 1.

3ª regra:
A soma algébrica dos Nox de todos os átomos em uma espécie química neutra é igual a zero.
Exemplo:
NaOH
. O Nox do sódio é + 1.
. O Nox do oxigênio é – 2.
. O Nox do hidrogênio é + 1.

Calculando a soma algébrica, teremos:
(+ 1) + ( – 2) + ( + 1) = 0

Esta regra possibilita a cálculo do Nox de um elemento químico que não possui Nox constante.
Exemplo:
CO2
. O Nox do carbono é desconhecido ( x ).
. O Nox de cada átomo de oxigênio é – 2.
Então:
x + 2 . ( – 2 ) = 0
x – 4 = 0
x = + 4
Portanto o Nox do átomo de carbono neste composto é igual a + 4.

4ª regra:
A soma algébrica dos Nox de todos os átomos em um íon é igual à carga do íon.
Exemplo:
NH4+1

. O átomo de nitrogênio não tem Nox constante ( x ).
. Cada átomo de hidrogênio possui Nox igual a + 1.
. O íon tem carga + 1.
Calculando a soma algébrica, teremos:
x + 4 . ( + 1 ) = + 1
x + 4 = 1
x = 1 – 4
x = – 3

Então o Nox do átomo de nitrogênio é igual a – 3.

Resumo Geral tabelado:

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Noção sobre reação de oxirredução:

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Exercícios:

1. (MACKENZIE-SP) sabendo que o cloro pertence à família dos halogênios, a substância na qual o cloro apresenta número de oxidação máximo é:

a) Cl2O5.

b) HCl.

c) Cl2O.

d) HClO4.

e) Cl2.

2. Considere os compostos de fórmulas:

NaNO2; H2PO3; Ba2As2O7

Os Nox dos elementos que pertencem ao grupo 15, presentes nesses compostos, são, respectivamente:

a) + 1 + 1 e + 2.

b) + 2, – 4 e – 5.

c) + 3, – 2 e – 5.

d) + 3 + 1 e + 3.

e) + 3 + 4 e + 5.

3. Os números de oxidação do enxofre nas espécies SO2 e SO42- são, respectivamente:

a) zero e + 4.

b) + 1 e – 4.

c) + 2 e + 8.

d) + 4 e + 6.

e) – 4 e – 8.

4. Descobertas recentes da medicina indicam a eficiência do óxido nítrico, NO, no tratamento de determinado tipo de pneumonia. Sendo facilmente oxidado a NO2, quando preparado em laboratório, o ácido nítrico deve ser recolhido em meio que não contenha oxigênio. Os Nox do nitrogênio no NO e NO2 são, respectivamente:

a) + 3 e + 6.

b) + 2 e + 4.

c) + 2 e + 2.

d) zero e + 4.

e) zero e + 2.

5. Assinale a alternativa cuja equação química não representa uma reação de oxi-redução:

a) N2 + H2 2NH3.

b) Cl2 + NaI NaCl + I2.

c) Fe + HCl FeCl2 + H2.

d) C2H6O + O2 CO2 + H2O.

e) Na2O + HCl NaCl + H2O.

6. Na equação representativa de uma reação de oxi-redução:

Ni + Cu 2+ Ni2+ + Cu

a) O íon Cu2+ é o oxidante porque ele é oxidado.

b) O íon Cu2+ é o redutor porque ele é reduzido.

c) O Ni é redutor porque ele é oxidado.

d) O Ni é o oxidante porque ele é oxidado.

e) O Ni é o oxidante e o íon Cu2+ é o redutor.

7. Na reação de oxi-redução H2S + I2 S + 2HI, as variações dos números de oxidação do enxofre e do iodo são, respectivamente:

a) +2 para zero e zero para +1.

b) zero para +2 e +1 para zero.

c) zero para -2 e -1 para zero.

d) zero para -1 e -1 para zero.

e) –2 para zero e zero para -1.

8. Para uma reação de óxido-redução:

a) o agente redutor sofre redução.

b) a substância que perde o elétron é o agente redutor.

c) o número de oxidação do agente oxidante aumenta.

d) o número de oxidação do agente redutor diminui.

e) a substância que perde elétron é o agente oxidante.

9. O elemento X reage com o elemento Z, conforme o processo:

Z3– + X Z1– + X2–

Nesse processo:

a) Z ganha elétrons de X.

b) X ganha elétrons de Z.

c) X e Z cedem elétrons.

d) X e Z perdem elétrons.

e) X e Z cedem e ganham elétrons, respectivamente.

10. Tratando-se o fósforo branco (P4) com solução aquosa de ácido nítrico (HNO3) obtêm-se ácido fosfórico e monóxido de nitrogênio, segundo a equação química equilibrada.

3 P4 + 20 HNO3 + 8 H2O 12 H3PO4 + 20 NO

Os agentes oxidante e redutor dessa reação são, respectivamente:

a) P4 e HNO3.

b) P4 e H2O.

c) HNO3 e P4.

d) H2O e HNO3.

e) H2O e P4.

11. O ferro galvanizado apresenta-se revestido por uma camada de zinco. Se um objeto desse material for riscado, o ferro ficará exposto às condições do meio ambiente e poderá formar o hidróxido ferroso. Nesse caso, o zinco, por ser mais reativo, regenera o ferro, conforme a reação representada abaixo:

Fe(OH)2 + Zn Zn(OH)2 + Fe

Sobre essa reação pode-se afirmar:

a) O ferro sofre oxidação, pois perderá elétrons.

b) O zinco sofre oxidação, pois perderá elétrons.

c) O ferro sofre redução, pois perderá elétrons.

d) O zinco sofre redução, pois ganhará elétrons.

e) O ferro sofre oxidação, pois ganhará elétrons.

12. Na reação representada pela equação abaixo, concluímos que todas as afirmações estão corretas, exceto:

2 Na + 2 H2O 2 NaOH + H2

a) O sódio é o agente redutor.

b) O íon hidroxila é reduzido.

c) O sódio é oxidado.

d) A água é o agente oxidante.

e) O hidrogênio é reduzido.

13. Em uma reação de oxi-redução, o agente oxidante:

a) perde elétrons.

b) sofre oxidação.

c) aumenta sua carga positiva.

d) sofre redução.

e) passa a ter carga nula.

14. O processo em que um átomo cede elétron a outro é denominado transformação de oxidoredução, que pode ser identificada na situação seguinte:

a) Envelhecimento do ouro.

b) Formação de ferrugem.

c) Conservação de alimentos.

d) Dissolução de comprimidos efervescentes.

e) Reação de neutralização entre um ácido e uma base de Arrhenius.

 

Alquimia das luzes: Luz infravermelha é transformada em raios X

Redação do Site Inovação Tecnológica – 08/06/2012

Alquimia das luzes: Cientistas transformam luz infravermelha em raios X

Representação artística de um pulso de raio X com o maior espectro de cores já produzido, um verdadeiro arco-íris de alta energia. [Imagem: Tenio Popmintchev/Brad Baxley/University of Colorado]

Harmônicos de luz

Cientistas conseguiram pela primeira vez fazer uma espécie de alquimia das luzes.

Tenio Popmintchev, liderando uma equipe dos EUA, Áustria e Espanha, descobriu como converter um raio de luz infravermelha em um feixe altamente coerente de raios X e em uma multiplicidade de outros comprimentos de onda.

Em vez dos enormes aceleradores atuais, o novo equipamento gera raios X de alta pureza em um equipamento que cabe sobre uma mesa.

Imagine um violinista, que toca a mesma nota em diferentes oitavas movendo seu dedo ao longo da corda do instrumento.

O que os cientistas fizeram é muito parecido, usando um fenômeno correlato, criando “harmônicos de luz”.

A diferença é que não dá para manipular a luz com os dedos: o grupo demonstrou o conceito em um cristal e em uma câmara de gás sob alta pressão.

Estudo de materiais e medicina

Enquanto um violinista obtém algumas poucas oitavas, a técnica de manipulação das ondas de luz, chamada HHG (high-harmonic generation: harmônicos de alta ordem), alcança uma geração de harmônicos muito maior.

“Normalmente em ciência você se depara com uma escala que impede que você dê saltos dramáticos. Mas, neste caso, nós conseguimos gerar 1,6 keV – cada fóton de raio X foi gerado por mais de 5.000 fótons infravermelhos,” conta o pesquisador.

É alguma coisa como tocar uma nota 5.000 oitavas acima.

Os elétrons são seletivamente excitados e relaxados pela luz infravermelha, que emerge do outro lado como um feixe de raios X de altíssima qualidade e precisão. Ou seja, a luz infravermelha faz os átomos emitirem raios X.

A técnica conseguiu produzir pulsos de raios X de 2,5 attossegundos de duração, na fronteira do menor tempo já medido pelo homem.

Isto representa uma nova forma de geração de raios X, uma tecnologia cada vez mais importante para o estudo de materiais em nível atômico, assim como para a análise de fenômenos que ocorrem em escala temporais muito curtas, como as reações químicas.

E, claro, para uso em biomedicina.

Alquimia das luzes: Cientistas transformam luz infravermelha em raios X

A nova técnica “definitivamente abre possibilidades para estudarmos as mais curtas escalas de tempo e espaço relevantes para qualquer processo em nosso mundo natural.” [Imagem: Popmintchev et al./Science]

Escalas de tempo e espaço

A técnica é muito versátil: ela pode gerar feixes de luz coerentes e altamente direcionais, similares a um laser, do ultravioleta aos raios X, e toda a faixa de frequência entre os dois. Ou seja, um verdadeiro arco-íris de alta energia.

É o que o grupo chama de um “super-continuum” de luz.

“Esta é a fonte de luz coerente de maior banda espectral já produzida,” afirmou Henry Kapteyn, membro da equipe. “Ela definitivamente abre possibilidades para estudarmos as mais curtas escalas de tempo e espaço relevantes para qualquer processo em nosso mundo natural.”

O avanço agora obtido fundamenta-se em desenvolvimentos anteriores do grupo, quando eles desenvolveram um laser na faixa do ultravioleta extremo e um feixe de luz ultravioleta mais preciso do que um laser.

Bibliografia:
Bright Coherent Ultrahigh Harmonics in the keV X-ray Regime from Mid-Infrared Femtosecond Lasers
Tenio Popmintchev, Ming-Chang Chen, Dimitar Popmintchev, Paul Arpin, Susannah Brown, Skirmantas Alisauskas, Giedrius Andriukaitis, Tadas Balèiunas, Oliver D. Mücke, Audrius Pugzlys, Andrius Baltuska, Bonggu Shim, Samuel E. Schrauth, Alexander Gaeta, Carlos Hernández-García, Luis Plaja, Andreas Becker, Agnieszka Jaron-Becker, Margaret M. Murnane, Henry C. Kapteyn
Science
Vol.: 336 – pp. 1287-1291
DOI: 10.1126/science.1218497

Lista de exercícios para o 2ºD – ETEC

Faça o balanceamento das equações abaixo pelo método das “tentativas” (método direto):

 

  1. Ag2à Ag + O2

 

  1. Al + O2 à Al2O3

 

  1. Al(OH)3 +H4SiO4 à Al4(SiO4)3 + H2O

 

  1. BaCl2 + H2SO4 à HCl + BaSO4

 

  1. BaO + As2O5 à Ba3(AsO4)2

 

  1. C2H4 +O2 à CO2 + H2O

 

  1. C3H2 +O2 à CO2 + H2O

 

  1. Ca3(PO4)2 + SiO2 + C à CaSiO3 + CO + P4

 

  1. CaO + P2O5 à Ca3(PO4)2

 

  1. CH4 +O2 à CO2 + H2O

 

  1. Cr + O2 à Cr2O3

 

  1. Cu + O2 à CuO

 

  1. Cu(OH)2 + H4P2O7 à Cu2P2O7 + H2O

 

  1. Fe + H2O à Fe3O4 +H2

 

  1. Fe3O4 + CO à Fe + CO2

 

  1. FeS2 +O2 à Fe2O3 + SO2

 

  1. H2 +Cl2 à HCl
  2. H3PO3 à H2O + P2O3

 

  1. HCl + Na3AsO3 à NaCl + H3AsO3

 

  1. HNO2 à H2O+ NO2 + NO

 

  1. I2 + NaOH à NaI + NaIO3 + H2O

 

  1. K2Cr2O7 + KOH à K2CrO4 +H2O

 

  1. KClO2 à KCl + O2

 

  1. KClO3 à KCl + O2

 

  1. KClO4 à KCl + O2

 

  1. KNO3 à KNO2 + O2

 

  1. Mn3O4 + Al à Mn + Al2O3

 

  1. N2O4 à NO2

 

  1. N2O5 à NO2 + O2

 

  1. NH3 + HCl à NH4Cl

 

  1. NH4NO2 à N2 + H2O

 

  1. NH4NO3 à N2O + H2O

 

  1. P + O2 à P2O3

 

  1. P + O2 à P2O5

 

  1. P4 + O2 à P2O5

 

  1. PBr5 + H2O à H3PO4 +HBr

 

  1. PCl3 + H2O à H3PO3 +HCl

 

  1. SO3 + NaOH à Na2SO4 + H2O

 

  1. ZnS + O2 à ZnO + SO2

 

  1. C4H10O +   O2 ®    CO2 +    H2O

 

  1. C12H22O11  ®     C +    H2O

 

  1. Fe2O3 +   C ®     Fe  +     CO

 

  1. (NH4)2SO4 +   HCl ®   NH4Cl    +    H2SO4

 

  1. H2CO3 +   Al(OH)3 ®    H2O +    Al2(CO3)3

 

  1. Na +     Al2S3  ®    Na2S +    Al

 

  1. C7H16O +     O2 ®     CO2 +    H2O

 

  1. Pb(NO3)2 →     NO2   +     PbO +     O2

 

  1. CO2 +  H2O ®   C6H12O6 +    O2

 

  1. C12H22O11  ®   C +    H2O

 

  1. Fe +   O2 ®    Fe2O3

 

  1. (NH4)2Cr2O7  ®   N2    +    Cr2O3 +    H2O

 

  1. C6H14O +   O2 ®    CO2 +    H2O

 

  1. NaN3  ®    Na +    N2

 

  1. MgCO3 +    AlCl3®     MgCl2 + Al2(CO3)3

  1. C5H12O +     O2 ®     CO2 +    H2O

 

  1. C7H14O +     O2 ®     CO2 +    H2O

 

 

NÚMERO DE OXIDAÇÃO (Nox)
É o número que mede a carga real (em compostos iônicos) ou aparente (em compostos covalentes) de uma espécie química.
Exemplos:

No “NaCl o átomo de sódio cedeu 1 elétron para o átomo de cloro. Então:
. O sódio origina o íon sódio (Na1+).
e
. O cloro origina o íon cloreto ( Cl –1).
A carga do íon sódio é o número de oxidação do sódio neste composto.
Nox = + 1
A carga do íon cloreto é o número de oxidação do cloro neste composto.
Nox = – 1
Em compostos covalentes o número de oxidação negativo é atribuído ao elemento mais eletronegativo e o número de oxidação positivo ao elemento menos eletronegativo.
Exemplo:
H – Cl
O cloro é mais eletronegativo que o hidrogênio, então:
O cloro atrai para si um elétron, então o seu Nox será – 1, e o hidrogênio tem o seu elétron afastado, então o seu Nox será + 1.
Podemos associar os conceitos de oxidação e redução ao de número de oxidação.
Oxidação é a perda de elétrons ou o aumento do número de oxidação (Nox).
Redução é o ganho de elétrons ou a diminuição do número de oxidação (Nox).
A espécie química que provoca a redução de um elemento chama-se agente redutor e, a espécie química que provoca a oxidação de um elemento chama-se agente oxidante.

REGRAS PRÁTICAS PARA DETERMINAR O Nox

1ª regra:
Todo elemento em uma substância simples tem Nox igual a zero.
Exemplos:
O2: Nox de cada átomo de oxigênio é zero.
N2: Nox de cada átomo de nitrogênio é zero.
Ag: Nox do átomo de prata é zero.

2ª regra:
O Nox de alguns elementos em substâncias compostas é constante.
O hidrogênio tem Nox igual a + 1.
Os metais alcalinos têm Nox igual a + 1.
Os metais alcalinos terrosos têm Nox igual a + 2.
O oxigênio tem Nox igual a – 2.
Os halogênios em halogenetos têm Nox igual –1.
A prata (Ag) tem Nox igual a + 1.
O zinco (Zn) tem Nox igual a + 2.
O alumínio (Al) tem Nox igual a + 3.
O enxofre (S) em sulfetos tem Nox igual a – 2.
Exemplos:
NaCl

  • O sódio tem Nox = + 1
  • O cloro tem Nox = – 1

Ca(OH)2
. O cálcio tem Nox = + 2.
. O hidrogênio tem Nox = +1.
. O oxigênio tem Nox = – 2.
H2S
. O hidrogênio tem Nox = + 1.
. O enxofre tem Nox = – 2.

Casos particulares importantes

Nos hidretos metálicos o “hidrogênio” possui Nox igual a – 1.
Nos peróxidos o “oxigênio” possui Nox igual a – 1.
Exemplos:
H2O2
Este composto é um peróxido
. O hidrogênio tem Nox = +1.
. O oxigênio tem Nox = – 1.
NaH
Este composto é um hidreto metálico
. O sódio tem Nox = +1.
. O hidrogênio tem Nox = – 1.

3ª regra:
A soma algébrica dos Nox de todos os átomos em uma espécie química neutra é igual a zero.
Exemplo:
NaOH
. O Nox do sódio é + 1.
. O Nox do oxigênio é – 2.
. O Nox do hidrogênio é + 1.

Calculando a soma algébrica, teremos:
(+ 1) + ( – 2) + ( + 1) = 0

Esta regra possibilita a cálculo do Nox de um elemento químico que não possui Nox constante.
Exemplo:
CO2
. O Nox do carbono é desconhecido ( x ).
. O Nox de cada átomo de oxigênio é – 2.
Então:
x + 2 . ( – 2 ) = 0
x – 4 = 0
x = + 4
Portanto o Nox do átomo de carbono neste composto é igual a + 4.

4ª regra:
A soma algébrica dos Nox de todos os átomos em um íon é igual à carga do íon.
Exemplo:
NH4
+1
. O átomo de nitrogênio não tem Nox constante ( x ).
. Cada átomo de hidrogênio possui Nox igual a + 1.
. O íon tem carga + 1.
Calculando a soma algébrica, teremos:
x + 4 . ( + 1 ) = + 1
x + 4 = 1
x = 1 – 4
x = – 3

Então o Nox do átomo de nitrogênio é igual a – 3.

Resumo Geral tabelado:

Noção sobre reação de oxirredução:

Exercícios:

1. (MACKENZIE-SP) sabendo que o cloro pertence à família dos halogênios, a substância na qual o cloro apresenta número de oxidação máximo é:

a) Cl2O5.

b) HCl.

c) Cl2O.

d) HClO4.

e) Cl2.

2. Considere os compostos de fórmulas:

NaNO2; H2PO3; Ba2As2O7

Os Nox dos elementos que pertencem ao grupo 15, presentes nesses compostos, são, respectivamente:

a) + 1 + 1 e + 2.

b) + 2, – 4 e – 5.

c) + 3, – 2 e – 5.

d) + 3 + 1 e + 3.

e) + 3 + 4 e + 5.

3. Os números de oxidação do enxofre nas espécies SO2 e SO42- são, respectivamente:

a) zero e + 4.

b) + 1 e – 4.

c) + 2 e + 8.

d) + 4 e + 6.

e) – 4 e – 8.

4. Descobertas recentes da medicina indicam a eficiência do óxido nítrico, NO, no tratamento de determinado tipo de pneumonia. Sendo facilmente oxidado a NO2, quando preparado em laboratório, o ácido nítrico deve ser recolhido em meio que não contenha oxigênio. Os Nox do nitrogênio no NO e NO2 são, respectivamente:

a) + 3 e + 6.

b) + 2 e + 4.

c) + 2 e + 2.

d) zero e + 4.

e) zero e + 2.

5. Assinale a alternativa cuja equação química não representa uma reação de oxi-redução:

a) N2 + H2 → 2NH3.

b) Cl2 + NaI → NaCl + I2.

c) Fe + HCl → FeCl2 + H2.

d) C2H6O + O2 → CO2 + H2O.

e) Na2O + HCl → NaCl + H2O.

6. Na equação representativa de uma reação de oxi-redução:

Ni + Cu 2+ → Ni2+ + Cu

a) O íon Cu2+ é o oxidante porque ele é oxidado.

b) O íon Cu2+ é o redutor porque ele é reduzido.

c) O Ni é redutor porque ele é oxidado.

d) O Ni é o oxidante porque ele é oxidado.

e) O Ni é o oxidante e o íon Cu2+ é o redutor.

7. Na reação de oxi-redução H2S + I2 → S + 2HI, as variações dos números de oxidação do enxofre e do iodo são, respectivamente:

a) +2 para zero e zero para +1.

b) zero para +2 e +1 para zero.

c) zero para -2 e -1 para zero.

d) zero para -1 e -1 para zero.

e) –2 para zero e zero para -1.

8. Para uma reação de óxido-redução:

a) o agente redutor sofre redução.

b) a substância que perde o elétron é o agente redutor.

c) o número de oxidação do agente oxidante aumenta.

d) o número de oxidação do agente redutor diminui.

e) a substância que perde elétron é o agente oxidante.

9. O elemento X reage com o elemento Z, conforme o processo:

Z3– + X Z1– + X2–

Nesse processo:

a) Z ganha elétrons de X.

b) X ganha elétrons de Z.

c) X e Z cedem elétrons.

d) X e Z perdem elétrons.

e) X e Z cedem e ganham elétrons, respectivamente.

10. Tratando-se o fósforo branco (P4) com solução aquosa de ácido nítrico (HNO3) obtêm-se ácido fosfórico e monóxido de nitrogênio, segundo a equação química equilibrada.

3 P4 + 20 HNO3 + 8 H2O 12 H3PO4 + 20 NO

Os agentes oxidante e redutor dessa reação são, respectivamente:

a) P4 e HNO3.

b) P4 e H2O.

c) HNO3 e P4.

d) H2O e HNO3.

e) H2O e P4.

11. O ferro galvanizado apresenta-se revestido por uma camada de zinco. Se um objeto desse material for riscado, o ferro ficará exposto às condições do meio ambiente e poderá formar o hidróxido ferroso. Nesse caso, o zinco, por ser mais reativo, regenera o ferro, conforme a reação representada abaixo:

Fe(OH)2 + Zn → Zn(OH)2 + Fe

Sobre essa reação pode-se afirmar:

a) O ferro sofre oxidação, pois perderá elétrons.

b) O zinco sofre oxidação, pois perderá elétrons.

c) O ferro sofre redução, pois perderá elétrons.

d) O zinco sofre redução, pois ganhará elétrons.

e) O ferro sofre oxidação, pois ganhará elétrons.

12. Na reação representada pela equação abaixo, concluímos que todas as afirmações estão corretas, exceto:

2 Na + 2 H2O → 2 NaOH + H2

a) O sódio é o agente redutor.

b) O íon hidroxila é reduzido.

c) O sódio é oxidado.

d) A água é o agente oxidante.

e) O hidrogênio é reduzido.

13. Em uma reação de oxi-redução, o agente oxidante:

a) perde elétrons.

b) sofre oxidação.

c) aumenta sua carga positiva.

d) sofre redução.

e) passa a ter carga nula.

14. O processo em que um átomo cede elétron a outro é denominado transformação de oxidoredução, que pode ser identificada na situação seguinte:

a) Envelhecimento do ouro.

b) Formação de ferrugem.

c) Conservação de alimentos.

d) Dissolução de comprimidos efervescentes.

e) Reação de neutralização entre um ácido e uma base de Arrhenius.

 

 

 

 

 

Núcleo da Via Láctea tem jatos fantasmas de raios gama

Redação do Site Inovação Tecnológica – 02/06/2012

Centro da Via Láctea tem jatos fantasmas de raios gama

Enquanto as bolhas descobertas em 2010 alinham-se perpendicularmente ao eixo da galáxia, os jatos de raios gama agora revelados têm uma inclinação de 15 graus.[Imagem: David A. Aguilar (CfA)]

Espectro de raios gama

Em 2010, astrônomos descobriram que a Via Láctea possui duas bolhas gigantescas, projetando-se para baixo e para cima de seu centro.

Mas nem tudo foi visto naquela ocasião: há também os resquícios de jatos de raios gama projetando-se na mesma direção das bolhas, só que ligeiramente inclinados.

Os raios gama são a forma mais energética da luz.

E os astrônomos descobriram que, ao estudar esse resquício de emissão gama – que eles chamam de “emissão fantasma de raios gama” – é possível “ler” nessa radiação importantes informações sobre a história da nossa galáxia.

Núcleo ativo da galáxia

Em comparação com os bilhões de galáxias que os telescópios conseguem enxergar, nossa Via Láctea parece ser atipicamente calma – pelo menos até a trombada aparentemente inevitável com Andrômeda.

Galáxias mais ativas têm núcleos que brilham fortemente, alimentadas pelas emissões geradas quando os super buracos negros no seu centro engolem estrelas, poeira cósmica e gases.

Esses banquetes de buraco negro geralmente provocam emissões de jatos de raios gama extremamente potentes.

A Via Láctea também tem seu super buraco negro, só que ele parece estar bem saciado.

Mas o que os astrônomos descobriram é que a “emissão fantasma de raios gama” é uma pálida lembrança de dias bem mais turbulentos, e não muito distantes no passado.

“Essas emissões débeis são um espectro, como um fantasma, daquilo que existiu milhões de anos atrás,” disse Mengu Su, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica, um dos autores da descoberta.

“Eles reforçam o quadro de um núcleo galáctico ativo na Via Láctea até muito recentemente,” acrescentou.

Jatos fantasmas

Os dois feixes, ou jatos, foram revelados por imagens do telescópio espacial Fermi, que possui o mais sensível detector de raios gama já lançado ao espaço.

Eles se estendem, partindo do centro da galáxia, até uma distância de 27.000 anos-luz, acima e abaixo do plano galáctico.

Enquanto as bolhas anteriormente descobertas alinham-se perpendicularmente ao eixo da galáxia, os jatos de raios gama têm uma inclinação de 15 graus.

Os astrônomos acreditam que isso possa ser resultado de uma inclinação do disco de acreção do buraco negro galáctico, uma espécie de “anel” de matéria que se estende além do horizonte de eventos, e que lhe serve de “alimento”, permitindo que o buraco negro cresça.

Bibliografia:
Evidence for Gamma-ray Jets in the Milky Way
Meng Su, Douglas P. Finkbeiner
Astrophysical Journal
http://arxiv.org/abs/1205.5852

Dois novos elementos químicos receberam nomes e foram incorporados na tabela periódica

Sáb, 02 de Junho de 2012 07:20

Osmairo Valverde da redação de Brasília

A tabela periódica dá as boas-vindas para dois novos elementos: flevorium e livermorium.

A União Internacional de Química Pura e Aplicada aprovou oficialmente o nome dos dois elementos que estão localizados no número 114 e 116 da tabela. Estes dois elementos possuíam nomes temporários, ununquadium e ununhexium, respectivamente.

Ambos os elementos são produzidos pela ciência, sendo sintetizados pela primeira vez no Instituto Conjunto de Pesquisa Nuclear de Dubna, na Rússia, em 1998. As descobertas dos novos elementos sintéticos foram confirmadas através de trabalhos científicos no Lawrence Livermore National Laboratory, na Califórnia.

Os elementos foram criados através de esmagamento de íons cálcio (com 20 prótons) e cúrio (com 96 prótons). A combinação destes dois elementos forma o 116 (livermorium) que, após decaimento quase imediato, dá origem ao flevorium, com 114 prótons.

Para os entusiastas de Química, anotem aí: o flevorium terá símbolo Fl e o livermorium será Lv.

50 ANOS da QUEDA da INÉRCIA dos Gases NOBRES

Written by Editor Canal Fala Química Monday, 26 March 2012 08:30

Gases Nobres

Neste mês de março completa-se 50 anos de um feito que revolucionou a química. E que, certamente, modificou os livros-texto.

Ocorre que, na época, a teoria do octeto – que já existia desde o final do século XIX – parecia explicar tudo e era amplamente aceita. Explicava, entre outros, a inércia dos gases nobres: como possuem a camada de valência completa, não formam ligações. De fato, até então, nenhum composto com qualquer gás nobre havia sido identificado.

Isto até que o químico britânico Neil Bartlett, professor na Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB), conseguiu uma façanha – em março de 1962.

Bartlett era um especialista em compostos com flúor e vinha estudando reações redox com o gás hexafluoreto de platina – PtF6. Ele observou que este gás era capaz de ionizar o gás oxigênio. Como os potências de ionização do O2 e Xe (1177 e 1170 kJ/mol, respectivamente) são parecidos, Bertlett tentou a reação com xenônio.

E, pela primeira vez na história da humanidade, um composto de gás nobre foi obtido: hexafluoroplatinato de xenônio, o Xe+[PtF6]. Repare que o Xe é um cátion no composto de Bertlett.

Inicialmente, Bertlett achava que a reação era assim:

photo-3

Mais tarde, comprovou-se que o que de fato ocorria era:

photo-4

Hoje, após o desbravamento de Bertlett, já existem diversos compostos obtidos com Xe e Kr. E o título de gases inertes foi suprimido da nobreza dos gases nobres!

Prêmio Nobel de Química

Prêmio Nobel de Química 1901-1920

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Esta seção objetiva apresentar os químicos laureados com o Prêmio Nobel de 1901 a 1920.
As informações a respeito dos cientistas premiados foram obtidas do sítio
Wikipedia e do sítio oficial do Prêmio Nobel, em 16/03/2009, sendo o seu conteúdo responsabilidade daquela enciclopédia colaborativa virtual. O link no nome da cada cientista remete a um ambiente externo ao portal.
Os premiados entre 1901 e 1920 são:
1901
Jacobus Henricus van’t Hoff
Químico dos Países Baixos que levou a cabo estudos sobre afinidade química e sobre cinética das reações, mediante a aplicação de conceitos termodinâmicos ao estudo dos equilíbrios químicos, e determinou a relação entre a constante de equilíbrio e a temperatura absoluta (equação isocórica de Van’t Hoff).
1902
Hermann Emil Fischer
Químico alemão que desenvolveu trabalhos sobre a síntese dos açúcares.
1903
Svante August Arrhenius
Químico sueco que desenvolveu uma teoria sobre a dissociação eletrolítica.
1904
William Ramsay
Químico britânico que desenvolveu trabalhos sobre os gases e a determinação da posição que ocupam no sistema periódico.
1905
Johann Friedrich Wilhelm Adolf von Baeyer
Químico alemão que desenvolveu a síntese de índigo e a determinação da sua estrutura química.
1906
Henri Moissan
Químico francês que, entre suas contribuições científicas mais notáveis, realizou, em 1886, o isolamento do flúor na forma de um gás amarelo esverdeado, por eletrólise de uma solução de fluoreto de hidrogênio e potássio (KHF) em fluoreto de hidrogênio (HF).
1907
Eduard Buchner
Químico alemão que desenvolveu o processo de fermentação na ausência de células vivas.
1908
Ernest Rutherford
Físico e Químico inglês que investigou a desintegração dos elementos e a química das substâncias radioativas.
1909
Wilhelm Ostwald
Químico alemão nascido na Letônia, considerado o pai da físico-química. Recebeu o Nobel por seu trabalho sobre catálise.
1910
Otto Wallach
Químico alemão que desenvolveu seus trabalhos no campo dos compostos alicíclicos.
1911
Marie Sklodowska-Curie
Cientista francesa de origem polaca. Foi laureada com o Prêmio Nobel de Física de 1903 pelas suas descobertas no campo da radioatividade (que naquela altura era ainda um fenômeno pouco conhecido) e com o Prêmio Nobel de Química de 1911 pela descoberta dos elementos químicos rádio e polônio.
1912
Victor Grignard
Químico francês. Sua descoberta mais importante foi a dos compostos organomagnesianos, chamados de reativos de Grignard. Esta descoberta permitiu proporcionar na química orgânica um método novo de síntese denominado reação de Grignard.
1912
Paul Sabatier
Químico francês que compartilhou com Victor Grignard o Prêmio Nobel de Química. Sua descoberta mais importante foi a dos compostos organomagnesianos, chamados de reativos de Grignard.
1913
Alfred Werner
Químico alemão que contribuiu com o desenvolvimento da estereoquímica.
1914
Theodore William Richards
Químico norte-americano que desenvolveu seus trabalhos para a determinação dos pesos atômicos de mais de vinte e cinco elementos, com quatro cifras decimais.
1915
Richard Martin Willstätter
Químico alemão que promoveu pesquisas pioneiras sobre os pigmentos vegetais, especialmente a clorofila.
1916 não houve premiação.
1917 não houve premiação.
1918
Fritz Haber
Químico polonês que desenvolveu a síntese do amoníaco.
1919 não houve premiação.
1920
Walther Hermann Nernst
Físico-químico alemão que desenvolveu o chamado “teorema do calor”, segundo o qual a entropia de uma matéria tende a anular-se quando sua temperatura se aproxima do zero absoluto, constituindo a terceira lei da termodinâmica.

Os premiados entre 1921 e 1940 são:
1921
Frederick Soddy
Químico inglês que fez notáveis contribuições para o conhecimento das substâncias radiativas.
1922
Francis William Aston
Físico e químico britânico que determinou as massas atômicas de todos os elementos do sistema periódico.
1923
Fritz Pregl
Químico austríaco que planejou e desenvolveu métodos de microanálises orgânicas.
1924 não houve premiação.
1925
Richard Adolf Zsigmondy
Químico austríaco que promoveu investigações teóricas e experimentais da química dos coloides e idealização e realização do primeiro ultramicroscópio.
1926
Theodor Svedberg
Químico sueco que desenvolveu pesquisas sobre a física-química dos coloides.
1927
Heinrich Otto Wieland
Químico alemão que desenvolveu pesquisas sobre os ácidos biliares.
1928
Adolf Otto Reinhold Windaus
Químico alemão que promoveu estudos sobre a constituição das esterinas e suas relações com a vitamina D.
1929
Arthur Harden
Bioquímico inglês cujas pesquisas se referem aos processos químicos que ocorrem na fermentação dos carboidratos pelas células de leveduras. Descobriu um procedimento para acelerar a fermentação adicionando ao meio fosfatos inorgânicos.
1929
Hans Karl August Simon von Euler-Chelpin
Químico sueco que compartilhou o Nobel com Sir Arthur Harden, por suas investigações no campo da fermentação do açúcar e das enzimas responsáveis pelo processo.
1930
Hans Fischer
Químico e médico alemão que trabalhou, principalmente, na pesquisa dos pigmentos do sangue, da bile e também da clorofila das plantas, assim como na química das porfirinas e dos seus pigmentos derivados. Deu especial importância para síntese da bilirrubina e da hemina, um dos componentes da hemoglobina.
1931
Carl Bosch
Químico e industrial alemão que, depois da I Guerra Mundial, trabalhou nas sínteses do petróleo e do metanol, aplicando procedimentos químicos sob alta pressão.
1931
Friedrich Bergius
Químico e industrial alemão. Seu trabalho na pesquisa sobre a influência das altas pressões nas reações químicas, foi reconhecido em 1931 com a concessão do Prêmio Nobel de Química, que compartilhou com Carl Bosch.
1932
Irving Langmuir
Químico norte-americano que desenvolveu o seu trabalho em películas monomoleculares e em química de superfícies.
1933 não houve premiação.
1934
Harold Clayton Urey
Químico estadunidense que desenvolveu o método de obtenção do deutério (hidrogênio pesado) e o isolamento da água pesada (óxido de deutério, D2O).
1935
Frédéric Joliot
Físico francês que trabalhou toda a sua vida com sua mulher, Irène Joliot-Curie, no campo da física nuclear e da estrutura do átomo. Juntos demonstraram a existência do nêutron e descobriram a radioatividade artificial em 1934.
1935
Irène Joliot-Curie
Física francesa que trabalhou toda a sua vida com com seu marido, Frédéric Joliot, no campo da estrutura do átomo e da física nuclear. Demonstraram a existência do nêutron e descobriram, em 1934, a radiatividade artificial.
1936
Petrus Josephus Wilhelmus Debye
Físico-químico estadunidense, de origem dos Países Baixos, que contribuiu para o conhecimento das estruturas moleculares.
1937
Walter Norman Haworth
Químico britânico condecorado com o Prêmio Nobel de Química, compartilhado com Paul Karrer, por suas investigações sobre os hidratos de carbono e da vitamina C.
1937
Paul Karrer
Químico suíço, agraciado com o Prêmio Nobel de Química, que compartilhou com Walter Norman Haworth por suas investigações sobre os hidratos de carbono e da vitamina C.
1938
Richard Kuhn
Químico alemão que desenvolveu pesquisas sobre a constituição do caroteno, que lhe permitiu sintetizar a vitamina A.
1939
Adolf Friedrich Johann Butenandt
Bioquímico alemão condecorado em 1939 com o Prêmio Nobel de Química pela pesquisa dos hormônios sexuais humanos.
1939
Leopold Ruzick
Químico suíço condecorado em 1939 com o Prêmio Nobel de Química pela pesquisa dos hormônios sexuais humanos.
1940 não houve premiação.

Os premiados entre 1941 e 1960 são:
1941 não houve premiação.
1942 não houve premiação.
1943
George de Hevesy
Físico-químico húngaro que ajudou no desenvolvimento dos chamados “traçadores radioativos”.
1944
Otto Hahn
Químico alemão que durante a Segunda Guerra Mundial foi um participante do programa alemão para o desenvolvimento de uma arma nuclear sob a liderança de Werner Heisenberg
1945
Artturi Ilmari Virtanen
Químico da Finlândia que desenvolveu investigação e descoberta nas áreas da agricultura e da nutrição, especialmente pelo método de preservação da forragem (o método AIV), que melhorou a armazenagem de forragem verde, muito importante para os países nórdicos com invernos rigorosos. A investigação de Virtanen estendeu-se também ao estudo das bactérias que fixam o nitrogênio na raiz das plantas e aos métodos para melhor conservar a manteiga.
1946
James Batcheller Sumner
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel de Química pela descoberta da cristalização das enzimas.
1946
John Howard Northrop
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel de Química pelo seus estudos sobre enzimas.
1946
Wendell Meredith Stanley
Bioquímico e virologista norte-americano, pesquisador em proteínas.
1947
Sir Robert Robinson
Químico do Reino Unido premiado com o Nobel de Química por propor uma origem duplex para o petróleo. Concluiu que o petróleo pode ser uma substância primordial na qual bioprodutos foram posteriormente adicionados.
1948
Arne Wilhelm Kaurin Tiselius
Químico da Suécia desenvolveu trabalhos sobre a natureza do plasma sanguíneo.
1949
William Francis Giauque
Químico do Canadá que desenvolveu estudos em termodinâmica, especialmente por suas investigações sobre as propriedades de substâncias a baixas temperaturas.
1950
Otto Paul Hermann Diels
Químico da Alemanha pesquisou e desenvolveu a síntese do dieno, dividindo o Nobel com Kurt Alder.
1950
Kurt Alder
Químico da Alemanha pesquisou e desenvolveu a síntese do dieno, dividindo o Nobel com Otto Diels.
1951
Edwin Mattison McMillan
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel de Química pelas pesquisas na química dos elementos transurânicos.
1951
Glenn Theodore Seaborg
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel de Química pelas pesquisas na química dos elementos transurânicos.
1952
Archer John Porter Martin
Químico do Reino Unido criou a cromatografia da partícula, dividindo o Nobel com Richard Synge.
1952
Richard Laurence Millington Synge
Químico do Reino Unido criou a cromatografia da partícula, dividindo o Nobel com Archer Martin.
1953
Hermann Staudinger
Químico da Alemanha desenvolveu pesquisas no campo da química macromolecular.
1954
Linus Carl Pauling
Químico quântico e bioquímico dos Estados Unidos da América que recebeu o Prêmio Nobel da Química pelo seu trabalho relativo à natureza das ligações químicas.
1955
Vincent du Vigneaud
Químico dos Estados Unidos da América que promoveu investigação sobre os hormônios, aminoácidos, vitaminas e proteínas.
1956
Sir Cyril Norman Hinshelwood
Químico britânico que desenvolveu pesquisas sobre o mecanismo das reações químicas, dividindo o Nobel com Nikolay Semenov.
1956
Nikolay Nikolaevich Semenov
Químico soviético que desenvolveu pesquisas sobre o mecanismo das reações químicas, dividindo o Nobel com Cyril Hinshelwood.
1957
Lord Alexander R. Todd
Químico do Reino Unido que desenvolveu pesquisas sobre a estrutura e síntese de nucleotídeos, nucleosídeos e coenzimas.
1958
Frederick Sanger
Inglês formado em Ciências Naturais que determinou a estrutura molecular da Insulina.

1959Jaroslav Heyrovsky
Químico da República Checa, premiado pelo desenvolvimento da polarografia.
1960
Willard Frank Libby
Químico dos Estados Unidos da América que desenvolveu um método para o uso do Carbono-14 para a determinação da idade de materiais usado em arqueologia, geologia, geofísica e outros ramos da ciência.

Os premiados entre 1961 e 1980 são:

1961Melvin Calvin
Bioquímico americano responsável pela identificação do papel do carbono na fotossíntese.
1962
Max Ferdinand Perutz
Químico da Áustria premiado pelos estudos da estrutura globular das proteínas, dividindo o Nobel com John Kendrew.
1962
John Cowdery Kendrew
Químico do Reino Unido premiado pelos estudos da estrutura globular das proteínas, dividindo o Nobel com Max Perutz.
1963
Karl Ziegler
Químico da Alemanha premiado por suas descobertas no campo da química e tecnologia de polímeros, dividindo o Nobel com Giulio Natta.
1963
Giulio Natta
Químico da Itália premiado por suas descobertas no campo da química e tecnologia de polímeros, dividindo o Nobel com Karl Ziegler.
1964
Dorothy Crowfoot Hodgkin
Química do Reino Unido premiado por suas determinações, usando técnicas de raios-X, das estruturas de importantes substâncias bioquímicas.
1965
Robert Burns Woodward
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel por suas brilhantes realizações na arte da química orgânica.
1966
Robert S. Mulliken
Químico dos Estados Unidos da América, um dos pioneiros no trabalho da Teoria da Orbital molecular; atualmente a tese mais aceita que explica as ligações covalentes.
1967
Manfred Eigen
Químico da Alemanha premiado por seus estudos de reações químicas extremamente rápidas, efeito do distúrbio do equilíbrio por meio de pulsos muito curtos de energia. Prêmio dividido por Norrish e Porter.
1967
Ronald George Wreyford Norrish
Químico do Reino Unido premiado por seus estudos de reações químicas extremamente rápidas, efeito do distúrbio do equilíbrio por meio de pulsos muito curtos de energia. Prêmio dividido por Eigen e Porter.
1967
George Porter
Químico do Reino Unido premiado por seus estudos de reações químicas extremamente rápidas, efeito do distúrbio do equilíbrio por meio de pulsos muito curtos de energia. Prêmio dividido por Norrish e Porter.
1968
Lars Onsager
Físico-químico norueguês, naturalizado norte-americano, que recebeu o Prêmio Nobel de Química por suas contribuições fundamentais à Termodinâmica de Processos Irreversíveis.
1969
Derek H. R. Barton
Químico do Reino Unido que realizou estudos sobre o conceito de conformação e sua aplicação em química, dividindo o prêmio com Odd Hassel.
1969
Odd Hassel
Químico da Noruega, realizou estudos sobre o conceito de conformação e sua aplicação em química, dividindo o prêmio com Derek Barlon.
1970
Luis F. Leloir
Pesquisador Argentino que descobriu nucleótidos de açúcar e o seu papel na biossíntese de carboidratos.
1971
Gerhard Herzberg
Químico da Alemanha premiado com o Nobel por sua contribuição para o conhecimento da estrutura electrônica e geometria das moléculas, particularmente dos radicais livres.
1972
Christian B. Anfinsen
Químico dos EUA premiado pelo seu trabalho sobre ribonuclease, especialmente no que se refere à conexão entre a sequência de aminoácidos e a conformação biologicamente ativa.
1972
Stanford Moore
Químico dos Estados Unidos da América premiado por sua contribuição para a compreensão da ligação entre a estrutura química e actividade catalítica do centro ativo da molécula ribonuclease, dividindo o Nobel com William Stein.
1972
William H. Stein
Químico dos Estados Unidos da América premiado por sua contribuição para a compreensão da ligação entre a estrutura química e actividade catalítica do centro ativo da molécula ribonuclease, dividindo o Nobel com Stanford Moore.
1973
Ernst Otto Fischer
Químico da Alemanha premiado por seu trabalho pioneiro, realizado de forma independente, sobre a química de organometálicos, chamados compostos sanduíche. Dividiu o prêmio com Geoffrey Wilkinson.
1973
Geoffrey Wilkinson
Químico do Reino Unido premiado por seu trabalho pioneiro, realizado de forma independente, sobre a química de organometálicos, chamados compostos sanduíche. Dividiu o prêmio com Ernst Fischer.
1974
Paul J. Flory
Químico dos Estados Unidos da América premiado por suas pesquisas, teóricas e experimentais, na físico-química das macromoléculas.
1975
John Warcup Cornforth
Químico australiano, laureado por seu trabalho sobre a estereoquímica das reações catalizadas por enzimas..
1975
Vladimir Prelog
Químico da Croácia premiado por sua investigação sobre a estereoquímica de moléculas orgânicas e reacções.
1976
William N. Lipscomb
Químico dos Estados Unidos da América premiado por seus estudos sobre a estrutura dos boranos iluminando problemas de colagem química.
1977
Ilya Prigogine
Nasceu em Moscou, Rússia; ganhador do Prêmio Nobel pelos seus estudos em termodinâmica de processos irreversíveis com a formulação da teoria das estruturas dissipativas.
1978
Peter D. Mitchell
Químico do Reino Unido premiado pela sua contribuição para o entendimento da transferência de energia biológica através da formulação da teoria quimiosmótica.
1979
Herbert C. Brown
Químico do Reino Unido premiado pelo desenvolvimento de pesquisas sobre o uso de compostos de boro e fósforo em importantes reagentes em síntese orgânica. Dividiu o prêmio com Georg Witting.
1979
Georg Wittig
Químico da Alemanha premiado pelo desenvolvimento de pesquisas sobre o uso de compostos de boro e fósforo em importantes reagentes em síntese orgânica. Dividiu o prêmio com Herbert Brown.
1980
Paul Berg
Químico estadunidense, ganhador do Prêmio Nobel em 1980 por desenvolver métodos para mapear as estruturas e funções do DNA.
1980
Walter Gilbert
Cientista dos Estados Unidos da América que contribuiu na determinação das sequências de bases dos ácidos nucleicos.
1980
Frederick Sanger
Nasceu em Rendcombe, Inglaterra, e, conjuntamente com Walter Gilbert, ganhou o prêmio em 1980 pelos estudos sobre o DNA.

1981Kenichi Fukui
Químico do Japão premiado com o Nobel de Química por suas teorias, desenvolvidas de forma independente, sobre o caminho das reações químicas.
1981
Roald Hoffmann
Químico da Polônia premiado com o Nobel de Química por suas teorias, desenvolvidas de forma independente, sobre o caminho das reações químicas.
1982
Aaron Klug
Químico da Lituânia premiado com o Nobel de Química pelo desenvolvimento da microscopia eletrônica cristalográfica e a elucidação estrutural de importantes complexos ácido-proteína nucleicos.
1983
Henry Taube
Químico canadense premiado pelo seu trabalho sobre os mecanismos de reações de transferência de elétrons, especialmente em metais complexos.
1984
Robert Bruce Merrifield
Químico dos Estados Unidos da América premiado pelo desenvolvimento de metodologia para síntese química em uma matriz sólida.
1985
Herbert A. Hauptman
Químico estadunidense que desenvolveu métodos diretos para a determinação das estruturas de cristal, dividindo o prêmio com Jeronme Karle.
1985
Jerome Karle
Cientista matemático norte-americano que, pela investigação de estruturas cristalinas moleculares de átomo leves, por análise dos correspondentes de difração de espectros raios-X, elétrons, nêutrons mediante métodos originais, recebeu o Prêmio Nobel de Química de 1985, compartilhado com Herbert A. Hauptman.
1986
Dudley R. Herschbach
Químico dos Estados Unidos da América premiado por suas contribuições sobre a dinâmica dos processos químicos elementares. Dividiu o Nobel com Polanyl e Lee.
1986
Yuan T. Lee
Químico de Taiwan premiado por suas contribuições sobre a dinâmica dos processos químicos elementares. Dividiu o Nobel com Polanyl e Herschbach.
1986
John C. Polanyi
Químico do Canadá premiado por suas contribuições sobre a dinâmica dos processos químicos elementares. Dividiu o Nobel com Herschbach e Lee.
1987
Donald J. Cram
Químico dos Estados Unidos da América premiado pelo desenvolvimento e utilização de moléculas com interações de estrutura específica de alta seletividade.
1987
Jean-Marie Lehn
Químico da França premiado pelo desenvolvimento e utilização de moléculas com interações de estrutura específica de alta seletividade.
1987
Charles J. Pedersen
Químico dos Estados Unidos da América premiado pelo desenvolvimento e utilização de moléculas com interações de estrutura específica de alta seletividade.
1988
Johann Deisenhofer
Químico da Alemanha premiado pela determinação da estrutura tridimensional do centro da reação de fotossíntese.
1988
Robert Huber
Químico da Alemanha premiado pela determinação da estrutura tridimensional do centro da reação de fotossíntese.
1988
Hartmut Michel
Químico da Alemanha premiado pela determinação da estrutura tridimensional do centro da reação de fotossíntese.
1989
Sidney Altman
Bioquímico canadense, ganhador do Prêmio Nobel dividido com Thomas Cech pelo descobrimento das propriedades catalíticas do ácido ribonucleico (ARN ou RNA).
1989
Thomas R. Cech
Estadunidense ganhador do Prêmio Nobel dividido com Sidney Altman pelo descobrimento das propriedades catalíticas do ácido ribonucleico (ARN ou RNA).
1990
Elias James Corey
Químico dos Estados Unidos da América premiado pelo desenvolvimento da teoria e da metodologia de síntese orgânica.
1991
Richard R. Ernst
Químico da Suíça premiado com o Nobel por suas contribuições sobre o desenvolvimento da metodologia de espectroscopia de ressonância magnética nuclear (RMN) de alta resolução.
1992
Rudolph A. Marcus
Químico do Canadá premiado pelas contribuições para a teoria das reações de transferência de elétrons em sistemas químicos.
1993
Kary B. Mullis
Químico dos Estados Unidos da América premiado por sua invenção do método reação em cadeia da polimerase (PCR).
1993
Michael Smith
Químico do Canadá premiado com o Nobel por sua contribuição fundamental para o estabelecimento de mutagênese baseada em oligonucleotídeo, e o seus estudos no desenvolvimento para estudos de proteína.
1994
George A.Olah
Químico da Hungria premiado por sua contribuição para a química do carbocátion.
1995
Paul J.Crutzen
Químico da Alemanha premiado com o Nobel por seus trabalhos em química atmosférica, especialmente no que diz respeito a formação e a decomposição de ozônio.
1995
Mario J.Molina
Químico mexicano, um dos primeiros cientistas a alertar sobre o perigo que representam para a camada de ozônio os clorofluorcarbonetos empregados em aerossóis tanto industriais quanto domésticos.
1995
F. Sherwood Rowland
Químico dos Estados Unidos da América premiado por seus trabalhos em química atmosférica, especialmente no que diz respeito à formação e à decomposição de ozônio.
1996
Robert Curl
Químico dos Estados Unidos da América premiado com o Nobel de Química em 1996 pela descoberta de uma nova forma de carbono, buckminsterfullereno.
1996 Sir
Harold Kroto
Químico do Reino Unido, provou que as estrelas de carbono podiam produzir as cadeias de carbono, mas também revelou um resultado surpreendente – a existência de moléculas do tipo C60.
1996
Richard Smalley
Químico estado-unidense ganhador do Nobel de Química pela descoberta de uma nova forma de carbono, buckminsterfullereno, juntamente com o também professor de química da Rice Robert Curl e com Harold Walter Kroto
1997
Paul D. Boyer
Químico dos Estados Unidos da América premiado pela elucidação do mecanismo enzimático subjacentes à síntese da adenosina trifosfato (ATP).
1997
John E. Walker
Químico do Reino Unido premiado pela elucidação do mecanismo enzimático subjacentes à síntese da adenosina trifosfato (ATP).
1997
Jens C. Skou
Químico da Dinamarca premiado com o Nobel pela primeira descoberta do íon-transporte de enzimas, Na +, K + – ATPase.
1998
Walter Kohn
Químico da Áustria premiado com o Nobel pelo desenvolvimento da teoria densidade-funcional.
1998
John A. Pople
Químico inglês laureado com o Prêmio Nobel de Química em 1998 pelo desenvolvimento de métodos computacionais em química quântica.
1999
Ahmed H. Zewail
Químico nacionalizado norte-americano que constituiu a base de um novo ramo da química, a chamada femtoquímica, cujo desenvolvimento permite entender melhor as reações do metabolismo dos seres vivos, por esta pesquisa foi-lhe outorgado o prêmio Nobel.
2000
Alan J Heeger
Físico norte-americano a quem a Academia Sueca outorgou o Prêmio Nobel de Química por sua contribuição ao conhecimento e desenvolvimento da ciência dos polímeros orgânicos condutores de eletricidade.
2000
Alan G MacDiarmid
Químico norte-americano, de origem neozelandesa, que foi laureado com o Prêmio Nobel por sua contribuição ao desenvolvimento da ciência e aplicações dos polímeros orgânicos com capacidade para conduzir a corrente elétrica.
2000
Hideki Shirakawa
Químico japonês que em reconhecimento a sua descoberta sobre as propriedades eletrocondutoras de alguns derivados do poliacetileno recebeu o Prêmio Nobel.

Os premiados entre 2001 e 2011 são:

2001William S. Knowles
Químico americano premiado com Nobel pelo trabalho sobre as reações de hidrogenação quirais catalisadas.
2001
Ryoji Noyori
Químico do Japão premiado com o Nobel pelo trabalho sobre as reações de hidrogenação quirais catalisadas.
2001
K. Barry Sharpless
Nasceu na Filadélfia, Pensilvânia – Estados Unidos, e recebeu o Prêmio Nobel por haver conseguido catalisar moléculas quirais por oxidação.
2002
John B. Fenn
Químico norte-americano que desenvolveu métodos de identificação e análise estrutural de macromoléculas biológicas, contribuindo para o melhor entendimento de processos vitais.
2002
Koichi Tanaka
Engenheiro japonês que recebeu o Prêmio Nobel pelo desenvolvimento de métodos científicos de identificação e de análise estrutural de macromoléculas biológicas.
2002
Kurt Wüthrich
Químico da Suíça premiado com o Nobel pelo desenvolvimento da espectroscopia de ressonância magnética nuclear para determinar a estrutura tridimensional de macromoléculas biológicas em solução.
2003
Peter Agre
Químico dos Estados Unidos da América premiado pela descoberta de canais de água.
2003
Roderick MacKinnon
Químico dos Estados Unidos da América premiado por seus estudos estruturais e mecanicistas de canais de íons.
2004
Aaron Ciechanover
Biólogo israelense que recebeu o Prêmio Nobel de Química pela descoberta da degradação de proteínas mediada pela ubiquitina.
2004
Avram Hershko
Biólogo israelita que recebeu o Prêmio Nobel de Química de 2004 pela descoberta da degradação das proteínas através da ubiquitina.
2004
Irwin Rose
Biólogo americano que recebeu o Prêmio Nobel de Química de 2004 pela descoberta da degradação das proteínas através da ubiquitina.
2005
Yves Chauvin
Francês que ganhou o Prêmio Nobel, juntamente com Richard R. Schrock e Robert, pelo desenvolvimento do método metathesis em síntese orgânica. H. Grubbs”
2005
Robert H. Grubbs
Estadunidense que ganhou o Prêmio Nobel, juntamente com Richard R. Schrock e Yves Chauvin, pelo desenvolvimento do método metathesis em síntese orgânica.
2005
Richard R. Schrock
Natural de Indiana, Estados Unidos da América, ganhou o Prêmio Nobel da Química, juntamente com Robert H. Grubbs e Yves Chauvin, pelo desenvolvimento do método metathesis em síntese orgânica.
2006
Roger D. Kornberg
Bioquímico estadunidense que ganhou o Prêmio Nobel da Química pelos estudos da base molecular da transcrição eucariótica.
2007
Gerhard Ertl
Químico alemão que ganhou o Prêmio Nobel da Química pelos seus estudos na área dos processos químicos em superfícies sólidas.
2008
Osamu Shimomura
Químico Japonês premiado pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente.
2008
Martin Chalfie
Químico estadunidense premiado pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente.
2008
Roger Y. Tsien
Químico dos EUA que rebebeu o Prêmio Nobel da Química pela descoberta e desenvolvimento da proteína verde fluorescente.
2009
Venkatraman Ramakrishnan
Físico Indiano, naturalizado americano, que recebeu o Nobel de Química pelos estudos da estrutura e funcionamento dos ribossomos.
2009
Thomas A. Steitz
Bioquímico estadunidense que recebeu o Nobel de Química pelos estudos da estrutura e funcionamento dos ribossomos.
2009
Ada E. Yonath
Uma cientista israelense que recebeu o Nobel de Química pelos estudos da estrutura e funcionamento dos ribossomos.
2010
Richard Fred Heck
Químico estadunidense da Universidade de Delaware (EUA), laureado com o Nobel pela descoberta e desenvolvimento da reação de Heck, que usa o metal paládio como catalisador de reações de compostos orgânicos combinando haloarenos com alcenos.
2010
Ei’ichi Negishi (em japonês: 根岸 英一)
Químico japonês da Universidade Purdue e da Universidade de Siracusa, que recebeu do Prêmio Nobel pelos seus trabalhos referentes à reação catalizada por paládio em sínteses orgânicas.
2010
Akira Suzuki (em japonês: 鈴木 章)
Químico japonês da Universidade de Hokkaido que recebeu o prêmio Nobel pela Reação de Suzuki – que parte da reação orgânica de um ácido borânico de arila ou vinil com um haleto de arila ou vinil catalizado por um paládio de complexidade zero.

2011 Daniel Shechtman
Químico israelense premiado com Nobel pelo por estudo sobre ‘quase-cristais’ que redefiniram o primeiro capítulo do estudo da matéria organizada”.

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